Cenáculo Eucarístico: Rezando a IV Oração Eucarística

Cenáculo Eucarístico: Rezando a IV Oração Eucarística

D: Enquanto vivemos a alegria do Tempo Pascal também nos preparamos para a Festa de Pentecostes, abrindo nossos corações para a manifestação do Espírito Santo em nós e através de nós. Invoquemo-lo para que nos ilumine neste nosso encontro (Canto ou Oração ao Espírito Santo).

D: Temos visto como toda Oração Eucarística tem como ponto essencial entrar em relação com o Pai por meio de, seu Filho Unigênito, Nosso Senhor Jesus Cristo, pela ação do Espírito Santo. Isso porque, como afirma  São João Evangelista: Deus jamais ninguém O viu, o Filho Unigênito, que está no seio do Pai, Ele no-Lo revelou (cf. Jo 1,18).

L1: Essa realidade que nos é dada pela Revelação fica muito evidenciada para nós na IV Oração Eucarística, chamada também Cânone da História da Salvação.

L2: De fato, toda a primeira parte da Oração, desde o prefácio até a narração da instituição da Eucaristia, consiste em uma narração da História da Salvação, uma profissão de fé narrativa da grandeza de Deus e de tudo o que Ele realizou por amor na história do seu povo Israel e de toda Humanidade.

L3: É importante recordar que se nas outras Orações Eucarísticas o Prefácio é escolhido pelo Presidente da celebração, de acordo com as circunstâncias e motivos a serem celebrados, na IV Oração Eucarística o Prefácio é fixo, incorporado na própria oração, e não pode ser substituído por outro.

T: Assim, toda a primeira parte, antes do Santo, no Prefácio se faz referência ao louvor de Deus por Ele mesmo:

L1: Na verdade, ó Pai, é nosso dever dar-vos graças, é nossa salvação dar-vos glória: só vós sois o Deus vivo e verdadeiro que existis antes de todo o tempo e permaneceis para sempre, habitando em luz inacessível. Mas, porque sois o Deus de bondade a fonte da vida, fizestes todas as coisas para cobrir de bênçãos as vossas criaturas e a muitos alegrar com a vossa luz.

L.A:  A Oração Eucarística sublinha que a criação do universo encontra sua motivação no amor de Deus;  Ele é bom e fonte da vida.

T: E sobe do coração de todos os fiéis a aclamação e o pedido: Alegrai-nos, ó Pai, com a vossa luz!

L.B: Encontramos já aqui no Prefácio o pano de fundo sobre o qual se coloca todo conteúdo da IV Oração:

T: A vontade de  Deus de infundir o seu amor sobre todas as criaturas e alegrá-las com o esplendor da sua luz

L1: Este aspecto diz respeito não apenas à criação, mas também à obra da redenção. Neste momento se insere então o canto do Santo com a seguinte invocação:

L2: Eis, pois, diante de vós todos os anjos que vos servem e glorificam sem cessar, contemplando a vossa glória. Com eles, também nós, e, por nossa voz, tudo o que criastes, celebramos o vosso nome, cantando (dizendo) a uma só voz:

Cantado:  Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo!/ O céu e a terra proclamam a vossa glória./ Hosana nas alturas!/ Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

D: A Oração segue retomando a narração a partir da criação do homem e da mulher. Se no prefácio o acento era posto sobre todas as coisas criadas, aqui é a história da humanidade que é levada em consideração a partir da ação de Deus em seu favor:

L1: Nós proclamamos a vossa grandeza, Pai santo, a sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas: criastes o homem e a mulher à vossa imagem e lhes confiastes todo o universo, para que, servindo a vós, seu Criador, dominassem toda criatura.

D: Temos já no início da Oração uma afirmação muito positiva sobre nós mesmos:  qual a vocação do Homem e da Mulher segundo o plano de Deus? (partilhar…)

D: Somente depois de apresentar este dado positivo é que é recordada a realidade do pecado, que antes de tudo vem classificado como pecado de desobediência:

L2: E quando pela desobediência perderam a vossa amizade, não os abandonastes ao poder da morte, mas a todos socorrestes com bondade, para que, ao procurar-vos, vos pudessem encontrar.

T: Deus sempre socorre, com bondade, os que O buscam!

D: A oração afirma ao mesmo tempo o desejo e a vontade de Deus em não abandonar o homem e a mulher a si mesmos, pelo contrário oferece em termos de uma aliança sempre renovada a possibilidade de refazer a união e encontrar a salvação, até chegar a plenitude do Tempo, enviando Seu Filho:

H: E, ainda mais, oferecestes muitas vezes aliança aos homens e às mulheres e os instruístes pelos profetas na esperança da salvação.

M: E de tal modo, Pai santo, amastes o mundo que, chegada a plenitude dos tempos, nos enviastes vosso próprio Filho para ser o nosso Salvador.

T:  Por amor nos enviastes vosso Filho!

H: A própria vinda de Cristo é inserida no desígnio de amor do Pai, criando assim uma visão unitária de toda a história da salvação, exatamente como nos é apresentada na Carta aos Hebreus:

L3: “Deus que muitas vezes e de diversos modos nos tempos antigos nos falou por meio dos profetas, ultimamente, nestes dias que são os últimos, falou-nos por meio do Filho, o qual estabeleceu herdeiro de todas as coisas e por quem fez o mundo” (Hb 1,1-2)

M: Falando de Cristo, portanto, não se faz referência somente à sua Páscoa, mas a toda a sua vida terrena e à sua missão como lugar da revelação e do rosto de Deus:

L1: Ele é o Verdadeiro homem, concebido do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, viveu em tudo a condição humana, menos o pecado, anunciou aos pobres a salvação, aos oprimidos, a liberdade, aos tristes, a alegria. E para realizar o vosso plano de amor, entregou-se à morte e, ressuscitando dos mortos, venceu a morte e renovou a vida.

T: Jesus Cristo deu-nos vida por sua morte!

L2: Segue-se enfim, a referência ao Espírito Santo. O Dom do Espírito é ligado à vida dos que crêem, por isso todos aclamam e pedem confiantes o Dom de Sua Presença santificadora.

L3: E, a fim de não mais vivermos para nós, mas para ele, que por nós morreu e ressuscitou, enviou de vós, ó Pai, o Espírito Santo, como primeiro dom aos vossos fiéis para santificar todas as coisas, levando à plenitude a sua obra.

T: Santificai-nos pelo dom do vosso Espírito!

L.1:  E é pela força do Espírito que as oferendas apresentadas se consubstanciam no corpo e no sangue de Jesus Cristo.

T: Santificai nossa oferenda pelo Espírito!

D: Por Ele, a parte narrativa da instituição da Eucaristia adquire força viva e vital através da Igreja que celebra no momento presente unindo a anamnese do momento de Cristo na Última Ceia ao Hoje de todos os fiéis reunidos ao redor do altar do sacrifício, os quais fazem parte da história da salvação.

L2: Quando, pois, chegou a hora, em que por vós, ó Pai, ia ser glorificado, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.

L3: É belo pensar e deixar-se guiar pela certeza de que somos objetos de um amor assim. É este amor do Pai que nos dá o Filho e do Filho que se dá inteiramente a nós que transforma nossas vidas. E também isto faz parte do mistério da nossa fé.

T: Em nossa vida vivemos continuamente o processo-anúncio da morte e ressurreição do Senhor.

L1: O Presidente da celebração continua lembrando a ação salvífica de Deus na história da salvação, que já não está apenas no nosso intelecto ou na nossa lembrança, mas que se faz realidade, enquanto vivemos, nos movemos e somos naquele momento, enquanto se faz, ao mesmo tempo, oferta da Igreja que reza e celebra.

L2: Celebrando, agora, ó Pai, a memória da nossa redenção, anunciamos a morte de Cristo e sua descida entre os mortos, proclamamos a sua ressurreição e ascensão à vossa direita, e, esperando a sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o seu Corpo e Sangue, sacrifício do vosso agrado e salvação do mundo inteiro.

L3: Olhai, com bondade, o sacrifício que destes à vossa Igreja e concedei aos que vamos participar do mesmo pão e do mesmo cálice que, reunidos pelo Espírito Santo num só corpo, nos tornemos em Cristo um sacrifício vivo para o louvor da vossa glória.

 T: Fazei de nós um sacrifício de louvor!

H: Como vimos anteriormente, a Oração Eucarística não se limita apenas à Igreja presente em todo o mundo e à Liturgia do céu, como também não se fecha nos seus confins.

M: O olhar orante da Igreja se estende à inteira Humanidade, aos que, mesmo sem saber ou conhecer, procuram a Deus com coração sincero.

D: E agora, ó Pai, lembrai-vos de todos pelos quais vos oferecemos este sacrifício: o vosso servo o papa N., o nosso Bispo N., os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e todos os ministros, os fiéis que, em torno deste altar, vos oferecem este sacrifício, o povo que vos pertence e todos aqueles que vos procuram de coração sincero.

H: Magnânima a Oração se estende no tempo, abraçando todos os que vivem e os que já partiram desta vida, reservando somente a Deus, o direito de conhecer a intimidade do coração de cada ser:

T: Lembrai-vos também dos que morreram na paz do vosso Cristo e de todos os mortos os quais só vós conhecestes a fé.

M: O desejo da Igreja, qual Mãe amorosa e fiel seguidora do Coração de Jesus, deseja que todos sejam saciados com a visão da glória de Deus, por isso aclama com alegria, fé e esperança:

T: A todos saciai com vossa glória!

D: Por fim, a Oração se conclui pedindo ao Pai de dirigir seu olhar amoroso aos que estão reunidos, para que se lembre de manter vivo os laços familiares estabelecidos na Paixão de Cristo, onde todos serão inseridos no convívio materno de Maria na harmonia com todas as criaturas no novo reino:

T: E a todos nós, vossos filhos e filhas, concedei, ó Pai de bondade, que, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, com os Apóstolos e todos os Santos, possamos alcançar a herança eterna no vosso reino, onde, com todas as criaturas, libertas da corrupção do pecado e da morte, vos glorificaremos.

D: Momento da partilha das experiências pessoais de encontro com Cristo Eucarístico ou alguma graça alcançada por intercessão de madre Ília.

D: Concluamos acolhendo a exortação que madre Ília mesma nos faz neste Tempo Pascal:

L.1:  “Eu espero que a ressurreição de Jesus tenha elevado ao alto o teu coração e tu tenhas podido saborear as coisas celestes. Que tu possas estabelecer o teu coração naquela paz que não conhece ocaso e colocar tua confiança naquela Pedra Angular que não falha nunca” (madre ília, 19/04/1928) .
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